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Conheça a história da Gurgel: primeira fabricante 100% brasileira!

Ao longo de toda a era moderna, a paixão pelo automobilismo motivou inúmeras civilizações a fundar suas respectivas montadoras, no intuito de captar as emoções e necessidades específicas de cada nação. Alguns exemplos de fabricantes que reproduzem fielmente a identidade de seus países são a italiana Fiat, a francesa Peugeot e a alemã Volkswagen. Ao pensar no Brasil, não podemos deixar de fora a história da Gurgel.

Essa montadora infelizmente foi descontinuada e não está mais presente no mercado atual. Sua trajetória é repleta de altos e baixos, sendo uma evidência clara da resiliência de seu engenheiro e fundador, João Gurgel, um homem digno da admiração de inúmeros entusiastas e empreendedores brasileiros.

Quer saber mais sobre essa fabricante legitimamente verde e amarela e conhecer os principais detalhes sobre o início, meio e fim dessa montadora 100% nacional? Então, acompanhe este post!

O fundador

João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, engenheiro mecânico graduado pela Escola Politécnica de São Paulo, nasceu em Franca, no interior paulista, em 26 de março de 1926. Era uma personalidade inventiva e flexível em suas soluções, mas sólido quanto aos seus valores patriotas.

Por essa razão, ele acreditava que o Brasil precisava de seu próprio carro. Infelizmente, o visionário Gurgel faleceu em 30 de janeiro de 2009, na capital paulista.

O início

A Gurgel Veículos foi fundada no primeiro dia de setembro de 1969, inicialmente produzindo minicarros direcionados às crianças e karts. Os principais detalhes que reforçavam o patriotismo e teimosia da Gurgel — tanto da empresa quanto de seu fundador — eram o capital 100% nacional e a postura de João Gurgel frente às imposições burocráticas da época.

Os modelos

Os nomes dos veículos eram outro detalhe caracteristicamente Gurgel. Todos eles foram “batizados” com alusões brasileiras ou honrosamente indígenas. Confira a cronologia dos principais modelos da fabricante:

  • em 1969, lançou o Ipanema, um bugue de estilo moderno e conjunto mecânico Volkswagen;
  • em 1973, lançou o Xavante, um jipe emblematicamente fora de estrada, ressaltado tanto pelo desenho quanto pelo jogo de pneus off-road;
  • em 1974, atualizou o lançamento de 1973 com o Xavante X-10, posteriormente utilizado pelo Exército e empresas estatais;
  • também em 74, lançou o Xavante X-12, o modelo mais conhecido da marca;
  • em 1981, lançou o XEF, um carismático sedã compacto de duas portas e três lugares em um assento monobloco;
  • em 1988, lançou o BR-800, o hactchback que foi o primeiro automóvel integralmente projetado e desenvolvido no Brasil, dos conceitos aos parafusos.

A vanguarda

A filosofia visionária do fundador foi atestada precisamente ao final de 1974, quando a montadora lançou o primeiro veículo integralmente elétrico da América Latina, o Gurgel Itaipu, um pequenino monovolume que previa o futuro da mobilidade automotiva.

O modelo foi atualizado em 1980, com o lançamento do Itaipu E400, que mantinha as características aerodinâmicas, dimensionais e elétricas. Em 1983, a montadora deu um fôlego na linha introduzindo a variante de cabine dupla do Itaipu, o E400 CD.

O fim

Infelizmente, o início da década de 1990 preconizou o fim de uma era. João Gurgel começou a enfrentar as dificuldades de uma saúde frágil, incapacitando-o de manter um posicionamento tão assíduo quanto o de outrora.

Além disso, a Gurgel sofria com os incentivos fiscais concedidos aos fabricantes internacionais, travando uma guerra desleal com o Fusca Itamar e o Uno Mille. Em 1993, a montadora solicitou a concordata de suas dívidas, resultando na declaração de falência em 1994.

O retorno

O registro do nome e fantasia jurídica da Gurgel expirou em 2004, no Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Dessa maneira, marca e logotipo foram comprados por um empresário paulista, por módicos R$ 850. A informação remete ao escritor da biografia homônima de Gurgel, Lélis Caldeira.

Apesar de todos os imbróglios que culminaram em seu triste encerramento, a montadora ainda mantém um lugar especial no coração e memória de inúmeros fãs, assim como um espaço nas garagens de poucos e zelosos colecionadores, que conservam esses carros antigos como os resquícios da história da Gurgel, uma montadora orgulhosamente brasileira.

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Kit-Ring

BORBOLETAS PARA VOLANTE – New-Step é a Borboleta Multi-funções da Lotse

Nesse Post entenda tudo sobre as Borboletas Esportivas para volante. Aprenda como deve ser instalada e para que serve a New-Step da Lotse.

Os Primeiros registros de borboletas no volante, na concepção que temos hoje foi na Ferrari 640, carro da Scuderia da Temporada de 1989 de F1. A Famosa “Bico de Pato. Essa tecnologia foi trazida pelo Projetista John Barnard.

Os Puristas defendem o romântico câmbio mecânico, e sim, é lindo ver um piloto da década de 80 tocando precisamente um F1 com 3 pedais e alavanca de câmbio. Mas o fato é que na pista o que mais vale é o tempo ganho, e nesse caso temos registro hoje de trocas de marcha serem realizadas em 0,005 segundos. Um ganho enorme, incomparável.

Borboletas Multifuncionais Lotse New-Step

A New-Step é a primeira borboleta multi-funções para volantes esportivos criada no Ocidente. Talvez a primeira do Mundo.

A Borboleta Lotse New-Step é um acionamento multifunções, feito para ser montado em volantes Esportivos nacionais ou importados.
Ela possui um chicote de 2 polos para facilitar a sua instalação, que pode acionar qualquer tipo de comando que precise de uma chave ou botão “positivo/negativo”.

Funções da Borboleta New-Step

O Borboleta New-Step , como dito acima, é um botão multi-funções, mas aqui estão algumas sugestões para sua montagem. Estas sugestões foram listadas conforme a demanda e o histórico de anos de comercialização e produção do produto.
Corte de Giro ou Two-Step: Como o nome diz, essa função é um corte momentâneo nas rotações do motor do carro, enquanto o botão é acionado, o motor permanece tendo sua rotação limitada a uma rotação previamente escolhida e programada, mesmo que o pedal de acelerador esteja totalmente apertado. Essa função esta presente em módulos dedicados a essa função ou em Injeções programáveis, que já possuem o recurso embutido em seu sistema (essa ultima opção é a mais comum na atualidade).
Veja um Exemplo desta função no vídeo abaixo.
Nitro / Booster: Estas funções são basicamente “ganhos de potência” momentâneos acionados por um comando, neste caso pela borboleta. O Nitro é uma sobre alimentação com o gás óxido nitroso que potencializa a performance do carro, o Booster uma pressão extra no sistema turbo-compressor, ambas as funções são adquiridas totalmente separadas das borboletas Lotse. Veja no vídeo abaixo no momento 0:59seg o acionamento da função, ao longo da aceleração em uma competição de arrancada de 201 metros no Autódromo ECPA. Veja também o corte de giros sendo acionado no momento da saída, nesse caso em outra borboleta. 
Câmbio e troca de Marchas: Essa função é talvez a mais conhecida em borboletas de acionamento no volante, onde se tem duas borboletas paralelas, uma em cada lado do volante. Normalmente a borboleta esquerda reduz as marchas, e a direta sobe as marchas. No caso da New-Step, é preciso frisar que se trata apenas de um acionamento, para que essa função seja possível é preciso que o veículo tenha um câmbio que aceite acionamentos feitos de maneira eletrônica.
No vídeo abaixo temos uma amostra do acionamento de marchas feito por borboletas Lotse (no momento 7:08) , se trata do projeto de um veículo totalmente modificado, que recebeu um motor e Câmbio de motocicleta, que aceita acionamentos feito por botões.

INSTALAÇÃO

As Borboletas Lotse New-Step devem ser necessariamente instaladas a volantes esportivos Lotse ou importados (Sparco, Momo, OMP), isso devido ao sistema de fixação, que é feito simplesmente encaixando a borboleta entre as costas do Volante e a frente do Cubo Adaptador (peça obrigatória para a instalação de volantes esportivos). As borboletas são compradas por unidade, mas podem ser montadas em pares, uma de cada lado, nas costas do volante, a distância total entre as extremidades das borboletas montadas em paralelo é de 280mm.
 
O vídeo abaixo é um manual explicativo completo de como instalar as Borboletas Lotse New-Step
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Entenda os Cubos de Engate-Rápido E o Snap-Fit, o engate-rápido da Lotse

Cubos de engate-rápido ou como conhecidos no exterior, Quick-Release. São cubos para volantes esportivos e de competição, utilizados para remover e encaixar o volante na barra de direção do carro com grande facilidade.

O motivo de uso deste produto, é facilitar e possibilitar a entrada e saída do piloto do carro. Carros de competição são cercados pelo famoso “santo-antônio” (gaiola de proteção) o que faz com que o acesso de entrada e saída seja difícil. O uso desses cubos na rua não é indicado, pois o uso correto requer atenção.

Folga e Segurança

Um problema frequente e conhecido por praticantes do automobilismo, é a aparição de folgas nos cubos de engate-rápido ao longo do uso. Independente da marca de fabricação, Nacional ou Importada, essas peças estão sujeitas a desgaste com o tempo de uso, e isso se dá por um simples motivo. Os cubos de engate-rápido são peças fabricadas em aço, alumínio, ou a mistura dos dois materiais. Ele consiste no encaixe de duas peças, que precisam estar juntas, porém não podem ter seu encaixe e principalmente seu desencaixe duros (por questões de emergência na saída do carro). A soma dessas questões, com o encaixe e desencaixe frequente, e o esforço aplicado na peça, geram este desgaste.
Falando a respeito do SNAP-FIT, que é o produto Lotse, a segurança da peça é altíssima, desde que usada da forma correta, isso significa, uma correta instalação, atenção no momento do encaixe da peça, e observação quanto a evolução de seu desgaste. A peça mesmo desgastada, continua perfeitamente segura a pesar da folga, mas não indicamos o uso de peças muito desgastadas.

SNAP-FIT LOTSE

Normal e Universal, qual devo usar?

SNAP-FIT VW / GM e UTV

Produto 100% Nacional, desenvolvido pela Lotse, composto de duas partes principais , Corpo (preto e dourado) feito em alumínio e Pinhão (prateado) feito em Aço.
O corpo deve ser fixado a qualquer volante Lotse por 6 parafusos que acompanham todos os volantes, o Pinhão deve ser fixado diretamente a barra de direção do carro, os VW acompanham uma porca para realizar essa fixação, os GM devem ser fixados com o parafuso original do volante. Abaixo segue a lista de carros compatíveis. Assista ao vídeo explicativo no final no texto
Volkswagen
Família Gol G1/G2/G3/G4 / Passat Nacional / Santana / GOLF MK3 / Fusca acima de 78 / Renault Clio até 2012
GM
Corsa até 2001 / Kadett / Chevette / Celta / Calibra / Opala até 77
UTV
Polaris Todos / Can-Am X3

Movimento Elástico

O Snap-fit, mesmo quando novo, possui um amortecimento (pode ser confundido com uma mínima folga) devido a nossa tecnologia de uso de O-ring, optamos por ela, pois dessa forma, a pesar de possuir um pequeno amortecimento que pode ser sentido ao instalar a peça e o volante, o atrito entre metais é consideravelmente diminuído, aumentando muito a vida útil do produto.

SNAP-FIT UNIVERSAL

Produto 100% Nacional, desenvolvido pela Lotse, composto de duas partes principais , Corpo (preto e grafite) e Pinhão (pino preto) ambas as peças usinadas em alumínio maciço.
O Modelo Universal foi criado para atender a todos os outros modelos que o Snap-fit comum não atende.
O corpo deve ser fixado a qualquer volante Lotse por 6 parafusos que acompanham todos os volantes, e o Pinhão deve ser fixado a o cubo fixo rebaixado destinado ao respectivo carro que receberá o Snap-fit (este item deve ser comprado separadamente). Assista ao vídeo explicativo no final no texto
Clique aqui e veja a Lista Completa de Cubos Adaptadores Curtos

Movimento Elástico

O Snap-fit, mesmo quando novo, possui um amortecimento (pode ser confundido com uma mínima folga) devido a nossa tecnologia de uso de O-ring, optamos por ela, pois dessa forma, a pesar de possuir um pequeno amortecimento que pode ser sentido ao instalar a peça e o volante, o atrito entre metais é consideravelmente diminuído, aumentando muito a vida útil do produto.
Assista ao vídeo para entender mais detalhes sobre o Lotse Snap-fit
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A incrível ligação entre o Fusca e a Porsche

Mundialmente, o Fusca é o veículo mais memorável em toda a historiografia automobilística. Até mesmo o nascimento dessa indústria, em 1908, protagonizado pelo Ford Model T consegue ser ofuscado pelo besouro alemão. Afinal de contas, o Fusca conquistou a simpatia de inúmeros mercados ao redor do globo, tornando-se até mesmo um dos símbolos da contracultura nas décadas de 1960 e 1970.

Mas para além de todas as glórias desse compacto carismático, você conhece os detalhes da concepção do clássico? O nostálgico Beetle é tema de pesquisa para inúmeros entusiastas, sedentos por toda informação que remonte a história do carro do povo. 

Pensando em todos os entusiastas, ávidos pelas curiosidades sobre os estandartes do automobilismo, desenvolvemos este conteúdo. Confira agora um panorama geral da concepção do Fusca! 

Fusca e Porsche: a intersecção das lendas

O Fusca foi criado em um contexto bastante peculiar. Ao momento da ascensão de Adolf Hitler, em 1933, esse julgou coerente que a nação pudesse ter um veículo robusto, durável e de baixo custo de produção, para auxiliar o cotidiano de cada família alemã. No entanto, o projeto era audacioso, principalmente ao combinar fatores como demanda, qualidade de construção e custo de montagem.

Aí que entra Ferdinand Porsche, que futuramente daria luz aos ícones esportivos da marca homônima. À época, Porsche era um mero engenheiro na Daimler, fabricando as primeiras armas que equipariam o exército alemão na Segunda Guerra Mundial.

Confira o desenrolar do desenvolvimento do Fusca, cronologicamente: 

  • em 1933, Hitler externa o desejo de um veículo adequado e acessível às famílias alemãs;

  • em 1934, Ferdinand Porsche tem êxito ao fechar contrato para desenvolver três protótipos;

  • em 1935, Porsche apresenta o primeiro protótipo, denominado V1, já contextualizado como Volkswagen, carro do povo, posteriormente tornando-se um veículo militar, o Kuebelwagen;

  • em 1936, os três protótipos estavam prontos;

  • em 1938, Adolf Hitler investe pesado na cidade fabril no extremo norte da Alemanha, posteriormente (1945)  denominada Wolfsburg, sede da VW.

Fusca, um filho de dois pais

A proximidade e operação submissa ao comando alemão da época acabou rendendo 20 meses de cadeira a Ferdinand Porsche, fichado como criminoso de guerra. No entanto, existe certa tensão na historiografia do besouro, pois Porsche teria sido influenciado pelos projetos de um engenheiro judeu, Josef Ganz.

A trágica ironia é um forte argumento de como a cooperação entre os diferentes povos rende melhores resultados do que a segregação. 

A performance, robustez e design do besouro

O primeiro Fusca era equipado com um motor boxer de 4 cilindros, refrigerado a ar e tração traseira. O projeto era inusitado e divertido de guiar, como se podia testemunhar em todas as versões nostálgicas do Beetle. Já memorável desenho pôde ser visto como influenciador para projetos posteriores, inclusive do próprio Ferdinand, que desenvolvera clássicos como o Porsche 356 e o 911.

Atualmente, o Fusca é um veículo antigo, que remonta a uma época há muito distante, apesar de continuar cativando seus entusiastas.

Gostou deste post dedicado ao besourinho alemão? Então não deixe de compartilhar esse conteúdo nas suas redes sociais, alcançando os seus colegas que também são fã do clássico e eterno Beetle.

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Confira quais são os 6 carros mais famosos de todos os tempos

A relação entre as ruas e as pistas de corrida é mais estreita do que muitos imaginam. Nas décadas de 20 e 30, por exemplo, já era possível ver alguns carros alcançarem mais de 250 km/h nas ruas do Rio de Janeiro. Sim, nas ruas! Muitos dos carros mais famosos da história consagraram-se primeiro como campeões do automobilismo para, depois, darem o ar da graça nas ruas.

Já outros fizeram o caminho inverso e foram das ruas para as pistas. O fato é que alguns alcançaram lugar de destaque no cenário nacional e mundial, principalmente a partir da popularização das corridas. Quer saber quais são os principais deles? Acompanhe!

1. Ford GT40

Construído especialmente para destronar a Ferrari nos anos 60, o GT40 foi campeão nas 24h de Le Mans por quatro anos seguidos. Apresentado pela primeira vez em 1964 com o nome de GT101, o modelo passou por diversas alterações e, na época, contava com 8 cilindros em V, 340 cavalos de potência e 908 Kg.

O esportivo deu origem a uma família que ganhou espaço nas ruas. Hoje, há versões biturbo de 6 cilindros com até 650 cavalos.

Fonte: GearPetrol

2. Fusca

Definitivamente um dos carros mais famosos de todos os tempos, o Fusca fez história dentro e fora das pistas, foi utilizado pelos militares e virou protagonista de filmes. Lançado oficialmente em 1935, suas diferentes versões — 1300, 1300L, 1500 e 1600 — fizeram (e fazem) parte da família brasileira.

O Fusca correu nas pistas principalmente nos anos 80 e 90 na categoria Speed 1600 e Divisão 3. Participou de ralis de velocidade e até hoje integra um seleto time de carros preparados para competição.

Fonte: CarsCoops

3. Maverick

Com mais de 40 anos de história no Brasil, o modelo da Ford fez sucesso por onde passou, principalmente nos anos 70. O Maverick foi idealizado para preencher a lacuna entre o Corcel e o Galaxie e para disputar espaço com o Opala. Desde a sua criação em 1969, essa lenda do automobilismo sofreu transformações. Há versões de 4, 6 e 8 cilindros, 2 e 4 portas, e potências que variam entre 99 e 197 cavalos.

Fonte: Higienopolis Veículos

4. Opala

Fabricado com grande êxito no Brasil a partir dos anos 60, o Opala marcou a história das competições da Stock Car nos anos 70 e 80. O gigante das ruas e das pistas possui diferentes versões (Diplomata, Coupe, Caravan e SS) e, até hoje, fascina os pilotos e o público na Old Stock. As versões tradicionais contam geralmente com 4 ou 6 cilindros, podem chegar a 125 cavalos e são donos de um ruído inconfundível.

Fonte: Pastore

5. Willys Interlagos

Vendido sob encomenda pelas concessionárias Willys, o esportivo que recebeu o nome de um autódromo foi lançado em 1961. A versão de competição do modelo ganhou destaque no automobilismo brasileiro na década de 60, tornando-se campeã das 500 Milhas de Porto Alegre e dos 500 Quilômetros de Interlagos, além das 200 Milhas de Montevidéu.

O tamanho diminuto, a leveza proporcionada pela fibra de vidro e pelo plástico, a aerodinâmica diferenciada e a potência do motor permitiam ao Interlagos alcançar os 100 Km/h em 14 segundos. O herdeiro do Renault Alpine foi fabricado em três incríveis versões: cupê, berlineta e conversível.

6. Puma

O nacional produzido em São Paulo entre os anos de 1964 e 1992 chegou primeiro às pistas e só depois foi para as ruas. Ao longo de sua trajetória, o Puma utilizou componentes da DKW e da Chevrolet, além do motor Vemag.

Um dos pioneiros no que diz respeito à utilização da fibra de vidro, essa fera das pistas contou com mais de 7 versões e motores com 171 cavalos (GTB 1977). Em 2014, o Puma prometeu retornar e, em 2016, voltou a aparecer nas pistas.

Além desses clássicos, a Ferrari GTO 250, o Porsche 911 e  917 e algumas versões da Mercedes também estão entre os carros mais famosos de todos os tempos. Quando se trata de automobilismo, é sempre bom visitar o passado, pois esses modelos ainda têm muito a nos ensinar.

Agora que você já conferiu 6 dos carros mais icônicos da história, compartilhe este post nas suas redes sociais e apresente-os também para seus amigos e seguidores!

Fonte: LDtech

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Veja 3 modelos de carros acessíveis para você customizar

Os carros vêm ganhando cada vez mais espaço na rotina dos brasileiros, deixando-os mais apaixonados pelo mundo das quatro rodas. Com isso, um hobby que atualmente cresce é a customização. Mas será que há opções de carros acessíveis para customizar?

Sim! Desde a década de 40, com os rot rods nos EUA, customizar um carro antigo é possível. Não é preciso ser proprietário de um veículo raro ou de fabricação americana ou europeia, pois alguns dos sucessos fabricados no Brasil são opções acessíveis para customização.

Além disso, todo apaixonado por carros pode dar um toque de exclusividade ao veículo substituindo alguns componentes. Continue a leitura e veja 3 modelos de carros acessíveis para customizar!

1. Fusca

O compacto atravessou gerações e ganhou melhorias até ter sua produção extinta em 2003, no México. Montado no Brasil de 1953 a 1986, ele fez tanto sucesso que, em 1993, voltou a ser produzido a pedido do presidente Itamar Franco. Astro de cinema, foi utilizado como veículo militar e ganhou alterações estéticas, no câmbio, no carburador e no motor, principalmente, nas versões 1300, 1300L, 1500 e 1600.

A popularidade do modelo fabricado por mais de 30 anos em território nacional é um facilitador na hora da reposição das peças, fazendo do Fusca um dos melhores carros acessíveis para customizar.

A manutenção do velho conhecido dos motoristas e dos mecânicos apresenta bom custo-benefício. Customizar um Fusca pode ser feito de diversas formas, incluindo personalização do console, substituição dos revestimentos internos, instalação de racks e troca do volante, lanterna e/ou retrovisores.

Fonte: CarCoops

2. Opala

Primeiro carro a ser fabricado no Brasil pela General Motors, o Opala vendeu quase um milhão de unidades por aqui desde a década de 60. O robusto garantia durabilidade, linhas arrojadas, boa mecânica e um motor exemplar. Seus motores 4 (80 cavalos) e 6 (125 cavalos) cilindros conquistaram respeito e admiração. Tais características colocam o Opala no ranking dos carros acessíveis para customizar.

A fabricação nacional entre os anos de 1968 e 1992, além dos muitos exemplares vendidos, facilitam a customização e a reposição de componentes. Na época, os Opalas introduziram novos conceitos que fazem a diferença na exclusividade, como faróis arredondados e embutidos, calotas cromadas e luz de ré.

Vale a pena verificar os modelos SS, Coupe, Caravan e Diplomata. Eles oferecem diversas perspectivas para a customização, que pode ser realizada com a reforma do interior e a personalização do painel, da alavanca de freio, de marchas e volante. Trocar o parachoque dianteiro, traseiro, grade frontal e as lanternas também é uma ótima opção.

Para dar um charme a mais, há quem goste de substituir as rodas e pneus, bem como modificar a sonorização e a motorização. Antes de adquirir um Opala, verifique se há ferrugem ou trincas estruturais e, se possível, invista na pintura personalizada.

Fonte: Postore

 

3. Ford Maverick

Nascido nos EUA em 1969, o Maverick deu o ar da graça no Brasil e se tornou um dos maiores sucessos nas pistas durante a década de 70.  Apesar das críticas em relação ao consumo e à potência de algumas versões, o toque esportivo, a boa dirigibilidade e a manutenção simples conferiu a esse clássico um lugar de destaque, tornando-o mundialmente apreciado principalmente por sua estética e motorização.

As versões 4 e 6 cilindros foram fabricadas no Brasil entre 1973 e 1979. Por isso, encontrar as peças necessárias exigirá dedicação. Existem também as versões Super Luxo, de 1974 (6 cilindros e 112 cavalos de potência) e o GT (V8), que ainda hoje são muito cobiçados

Para torná-lo exclusivo, a instalação de uma nova tapeçaria em estilo original é um boa alternativa. Além da pintura e da personalização de itens do motor, a substituição dos faróis, lanternas, retrovisores e saída do escapamento também são bem -vindas.

Pequenas alterações fazem grandes diferenças. Trocar o volante, retirar os emblemas e modificar os bancos, por exemplo, pode deixar o carro com a sua cara. Tratando-se de exclusividade, a dedicação e a pesquisa são indispensáveis. Atualmente, existem lojas especializadas onde você encontrará o que precisa.

Fonte: Higienópolis Veículos

 

Pronto! Agora você conhece 3 modelos de carros acessíveis para customizar. Que tal nos seguir-nos no Facebook, no Instagram e no LinkedIn e ficar por dentro das novidades do mundo quatro rodas?

 

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5 dicas práticas para você comprar peças de carros antigos

Comprar peças de carros antigos pode ser um verdadeiro desafio. Afinal, novos modelos são lançados a cada ano e, gradativamente, os fabricantes vão deixando de produzir as peças das versões antigas. Garantir a manutenção, a originalidade e até a customização dos modelos que deixaram de ser fabricados requer dos proprietários algumas habilidades.

Pensando nisso, separamos para você 5 dicas práticas que lhe ajudarão a encontrar as peças ideais para o seu carro. Confira!  

1. Pesquise na internet

Utilizar a tecnologia disponível pode ser uma boa alternativa na hora de comprar peças de carros antigos. Atualmente, existem lojas virtuais especializadas em reposição e, navegando na internet, você possivelmente encontrará os itens desejados. Busque também por plataformas que comercializam peças importadas.

Para garantir o sucesso na hora da compra, é importante seguir algumas recomendações:

  • tenha em mãos as especificações da peça (dimensões e descrição);
  • verifique a confiabilidade do site por meio das avaliações dos usuários e dos fóruns;
  • confira o prazo de entrega;
  • atente-se às taxas que serão aplicadas (impostos e frete, por exemplo).        

2. Compre de um fabricante

Uma alternativa para comprar peças de carros antigos é encontrar locais que realizam a fabricação do componente. Graças à tecnologia, algumas lojas e oficinas mecânicas produzem peças por encomenda. Escolha lojas reconhecidas e profissionais especializados para evitar possíveis equívocos.    

Caso a produção da peça nova não seja possível, leve em consideração a possibilidade de reparo da peça antiga. Geralmente, essas lojas também oferecem a opção de restauração aos proprietários. Entretanto, não basta encontrar quem fabrica ou faz reparos. É preciso acionar a calculadora e averiguar se a quantia a ser gasta é compatível com o preço do mercado.

3. Adquira de terceiros

Os apaixonados pelos carros antigos costumam se encontrar, não é mesmo? Visite os fóruns, os grupos nas redes sociais e os encontros realizados na sua cidade. Conversando com proprietários de veículos iguais ou similares, é possível que alguém esteja disposto a vender algumas peças.

Além disso, interagindo com outros “membros da tribo”, você poderá recolher informações e dicas especiais para realizar a manutenção ou a restauração do carro.

4. Visite um desmanche especializado

Os desmanches especializados possuem veículos antigos e peças cuja fabricação foi suspensa. Percorra esses locais e procure pelo componente necessário, ou por carros iguais ou similares. Lembre-se de que, antes de comprá-la, é indispensável analisar o funcionamento e o estado de conservação.

Caso a peça ainda esteja instalada no veículo, acompanhe, se possível, a retirada. Na dúvida, recorra a um especialista para a avaliação do componente.     

5. Procure peças compatíveis

Ainda está com dificuldades para comprar peças de carros antigos? Estude alguns modelos que ainda são fabricados para descobrir se há compatibilidade. Algumas vezes, peças de veículos que ainda são produzidos apresentam equivalência àquelas dos carros antigos.

Pode ser possível também realizar adaptações. Nessa hipótese, é preciso ficar atento à segurança, pois ela não pode ser comprometida de maneira alguma.

Pronto! Seguindo essas dicas, certamente você conseguirá comprar peças de carros antigos. Lembre-se de que restaurar, customizar ou realizar os reparos nos carros clássicos requer pesquisa, paciência, determinação e investimento. Afinal, não é todo mundo que possui um clássico em bom estado na garagem.

Gostou do nosso post? Caso tenha ficado com dúvida ou quer saber mais sobre comprar peças de carros antigos, entre em contato conosco. Será um prazer atender mais um apaixonado pelos clássicos das quatro rodas!

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Saiba mais sobre a história da criação do carro Puma

A história do carro Puma é marcada por várias etapas. Desde o nascimento da marca nos circuitos de corrida até a volta do famoso carro, o nome Puma está associado aos carros esportivos mais tradicionais do Brasil.

A marca cinquentenária de Genaro “Rino” Malzoni marcou época e entrou para a história do automobilismo brasileiro. Se quiser conhecer essa história de grande sucesso, continue a leitura!

O primeiro carro da Puma

O primeiro Puma, chamado de GT Malzoni, era feito de metal, tinha um motor de 1.80 cm³ da Vemag. Ele gerou 106 cv, o bastante para a equipe oficial da Vemag descartar os famosos Renault Dauphine e o Willys Interlagos no Grande Prêmio das Américas, realizado em 1964 no Autódromo de Interlagos.

Após vencer essa e outras cinco corridas, Malzoni produziu 15 unidades do modelo. Os carros foram utilizados pelos dois anos seguintes, tanto pelo fundador da marca quanto por amigos.

Puma GT: a evolução de um modelo de sucesso

Em 1966, nasceu o Puma GT (também conhecido como Tubarão). Com alguns retoques visuais, a carroceria passou a ser feita com fibra de vidro (pela Lumimari) e o modelo utilizava a plataforma DKW. O novo design possuía elementos da Ferrari 275 GTB e vendeu 34 unidades.

Dois anos depois, a marca trocou a plataforma DKW pela Karman-Guia, produzindo 151 unidades com essa configuração. A compra foi incentivada por meio da aquisição da DKW Vemag pela Volkswagen e impulsionou a troca do motor do Puma pelo boxer a ar de 1,5 litro do Fusca.

Puma 1600 GTE: o modelo que marcou o boom da marca

Na história do carro Puma, o modelo 1600 GTE é um dos mais populares. Com um motor boxer 1.6, ele foi lançado em 1970 e chegou a ser exposto em uma feira de tecnologia em Sevilha, na Espanha. No ano seguinte, foi criada a versão Spider, com opções de capotas de lona ou rígida, sendo que a última teve pouca aceitação pelo  mercado.

A partir de 1973, a versão conversível passou a se chamar GTS. Sendo o único modelo conversível no mercado nacional, ele ganhou sucesso rapidamente. Mas o sucesso também teve um problema: as falhas de construção da capota (com baixo nível de isolamento) e os problemas de torção da carroceria ficaram mais evidentes.

Puma GTB: o começo do fim

Em 1973, a Puma anunciou um novo veículo. O Puma GTB (de Grand Turismo Brasil) foi lançado no Salão do Automóvel e vendido no ano seguinte com o nome GTB. Apesar do motor de seis cilindros com câmbio do Opala, o veículo atraiu poucos compradores.

Em 1985, a Puma, que era conhecida como Puma Industrial, decretou falência. O nome foi vendido para a Araucária Veículos (que produziu também o GTB S2) e, mais tarde, para a Alfa Metais, que fechou a empresa em definitivo em 1990, após a abertura econômica, o que prejudicou as vendas da marca.

O renascimento da história do carro Puma

Apesar dos erros, a marca Puma se manteve no coração de muitos apaixonados por carros brasileiros. Em função disso, em 2014, a Puma Automóveis anunciou os planos de retomar a marca e a sua produção de automóveis.

Com o lema “Nas pistas nascemos, pelas pistas voltaremos!”, a nova marca foi fundada por dois entusiastas, Fernando Mesquita e Reginaldo Galafazzi. O modelo de competição anunciado tinha design semelhante ao do Puma GT original, com 4,20 m de comprimento, 1,20 m de altura e 1,95 m de largura.

A ideia inicial era produzir entre 20 e 25 protótipos para a criação de uma categoria monomarca. Com o apoio de Jan Balder, piloto que disputou as Mil Milhas de Interlagos em 1966 ao lado de Emerson Fittipaldi, o projeto chamou a atenção de vários entusiastas como uma promessa para reviver a história do carro Puma no século XXI.

Como vimos, a história do carro Puma foi marcada por uma série de desafios, erros e acertos. Hoje, ele é considerado por muitos um dos esportivos fora de série mais tradicionais da história brasileira.

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