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Descubra aqui características de carros de competição antigos

O automobilismo é um dos melhores temas para ser um entusiasta, considerando a enorme quantidade de informações, objetos e eventos que remontam a sua história. Pensando nisso, desenvolvemos este post para destacar as características de carros de competição antigos.

Afinal de contas, você lembra dos principais modelos? Quais os mais memoráveis, velozes e belos? Para responder essa curiosidade, elencamos alguns modelos dignos da atenção de qualquer aficionado pelo segmento. Sem mais delongas, embarque nessa viagem ao passado!

As principais características de carros de competição antigos

Aqui, elencamos três modelos que, entre a década de 1960 e 1980, muito provavelmente fizeram parte dos seus finais de semana, enquanto acompanhava os GPs da Fórmula 1 e demais campeonatos automotivos brasileiros. Veja!

Lotus 25

Pesando apenas 450 kg, o pequenino Lotus 25 foi um dos modelos mais memoráveis a disputar a Fórmula 1. Seu lançamento e inauguração nas pistas ocorreu em 1962. O carro era tão acertado mecanicamente que rendeu o primeiro título para a Lotus na F1, logo no ano seguinte de sua estreia, em 1963.

  • período de atuação: 1962 até 1967;
  • equipe: Lotus;
  • auge: 1963.

Ford Maverick-Berta

O detalhe mais fantástico das categorias Turismo é a proximidade dos modelos ao público geral. Afinal de contas, o Ford Maverick estava disponível no Brasil desde 1973, mas a Hollywood contou com a mão talentosa do preparador Oreste Berta na concepção desse bólido. Esse modelo foi um sucesso absoluto nos 500 km de Interlagos.

  • período de atuação: 1974 até 1976;
  • equipe: Hollywood;
  • auge: 1974.

Williams FW07

O avanço da engenharia presenteou a Fórmula 1 com esse lendário Williams, destaque da categoria de 1979 até 1982. O FW07 teve três gerações, por assim dizer: a de 1979 FW07, a de 1980 FW07B e por fim, a FW07C de 1981. Todos pesavam cerca de 540 kg e a versão mais bem-sucedida, FW07B, rendeu o Mundial de Pilotos e dos Construtores para a equipe britânica.

  • período de atuação: 1979 até 1981;
  • equipe: Williams;
  • auge: 1980.

As principais curiosidades sobre os carros de competição antigos

Uma das curiosidades mais impactantes desses modelos é como eles se mantiveram vivos na lembrança dos entusiastas. Afinal de contas, esses são os veículos que motivam o segmento de colecionadores, as gerações que acionaram a paixão pelo automobilismo.

Dessa maneira, ainda é possível ver cifras gigantescas a arrematarem leilões de carros clássicos, como os US$ 38 milhões na conquista de uma bela Ferrari 250 GTO de 1962. Para além disso, existe um evento lendário na manutenção desse universo nostálgico: o Grand Prix Historique.

O GP celebrado em Mônaco inclui 180 veículos de competição antigos, todos fabricados antes de 1980. O evento reúne tanto o Lotus quanto o Williams, além de inúmeros modelos históricos da Ferrari, Porsche, McLaren, Lamborghini e mais.

Como você pôde ver, são muitas as características de carros de competição antigos, que os transformam em máquinas únicas à sua época. Para sustentar essa tradição ao longo de tantas décadas, somente com a afeição honesta dos entusiastas, colecionadores e expoentes do automobilismo.

Agora, não perca a oportunidade de fomentar uma boa conversa com um amigo entusiasta e compartilhe este post nas suas redes sociais! 

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4 carros clássicos japoneses que você precisa conhecer

Datsun 1600 SSS, Honda S2000, Honda NSX, Mazda RX-7 e Toyota Supra MK4 são apenas alguns exemplos de carros clássicos japoneses marcantes. De fato, são tantos que não daria para falar de todos em um único post — provavelmente seriam anos de muita história para contar.

Por esse motivo, preparamos uma lista seleta com os 4 carros clássicos japoneses que marcaram seus nomes na história. Continue com a gente e não perca!

1. Nissan Skyline 2000GT-R

Se você é um fã do Nissan R32 Skyline, saiba que a sua existência se deu devido a outro grande clássico, o Skyline 2000GT-R. Dotado de um motor derivado de versões de competição — S20 — com 1996 cm³ e 160 cv de potência, ele era uma fera e impressionava tanto pelo visual agressivo quanto pelo desempenho arrasador.

O Skyline 2000GT-R era um dos poucos carros clássicos japoneses dos anos 1960 que chegava a 195 km/h. Seu entre-eixos mais curto, para-lamas com molduras pretas e rebites completava a sensação de ter um verdadeiro campeão nas mãos. O sucesso foi tamanho que ele ganhou um apelido em sua terra natal — Hakosuka, Caixote Skyline.

2. Honda S500

A então fabricante de motocicletas — Honda — não ficou atrás e correu para entrar no mundo dos automóveis. Após a criação do S360, ela finalmente apresentou em outubro de 1963 o icônico Honda S500, que logo passou a ser considerado um minimotor de Fórmula 1, devido a características como o altíssimo corte de giro, que vinha somente a 9500 rpm, algo inimaginável para um veículo de rua.

Ainda que seu motor fosse pequeno e desempenhasse apenas 44 cavalos, seu peso de apenas 725 kg e design aerodinâmico garantiam um ótimo desempenho. O Honda S500 fez história sendo o primeiro veículo fabricado em série pela montadora e, assim como o Volkswagen SP2 no Brasil, ele se tornou objeto de desejo de muitas pessoas. Atualmente, é um carro raríssimo.

3. Toyota Celica A20

Outro grande carro clássico japonês é o Toyota Celica A20, que, em sua primeira geração, era mais voltado para um público que queria economizar com gasolina. O “celestial” ou “divinal”, como seu nome sugere, era considerado uma obra de arte da indústria automotiva japonesa.

O modelo ganhou em desempenho com o tempo e, em 1986, foi lançado o GT-Four, que trazia um sistema de tração integral independente e um excelente motor 2 litros com dupla árvore de cames à cabeça, com 185 cv. Em 1990, Carlos Sainz se tornou campeão do WRC (Campeonato Mundial de Rali) e levou a Toyota ao segundo lugar no mundial de construtores com esse ícone automotivo.

4. Subaru Impreza WRX STi 22B

Esse talvez seja um dos carros clássicos japoneses mais fáceis de serem reconhecidos, afinal, sua cor azul metálica, design agressivo e rodas douradas são marcas registradas. Estamos falando do Subaru Impreza WRX STi 22B, outro campeão dos ralis e considerado a melhor versão de todos os tempos.

O modelo vinha equipado com o lendário motor Subaru EJ20, que ganhou a fama de ser indestrutível, tamanha a sua confiabilidade. Com mais de 280 cavalos de pura potência e amortecedores especiais Bistein, o Impreza WRX STi 22B logo se tornou uma lenda no mundo das competições e um dos carros mais famosos de todos os tempos.

Existem centenas de carros clássicos japoneses e, ao que parece, eles não perderam a mão e continuam desenvolvendo modelos cada vez mais belos, velozes e sofisticados, que serão os notáveis do futuro. Quem ganha com tudo isso somos nós, que podemos apreciar automóveis elegantes ter muita diversão atrás do volante.

E por falar nisso, leia nosso outro post e veja como escolher volantes clássicos para o seu carro!

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Conheça os volantes mais famosos da história e como eles evoluíram

Historicamente, o design automotivo atravessou grandes transformações, em que os avanços da engenharia eram celebrados com novas formas e soluções estéticas que agradam os mais variados gostos.

Com isso em mente, elaboramos este artigo reunindo os volantes mais famosos da história. E para abordar esse símbolo com a devida reverência, organizamos três seções fundamentais ao tema — sua evolução, os modelos mais famosos e a tendência ao futuro. Acompanhe!

Como ocorreu a evolução dos volantes automotivos?

Os volantes sempre foram conectados à ideia de direcionamento. Nada mais justo, já que essa é a principal finalidade do componente em questão. A parte curiosa é que nos primeiros automóveis, durante a transição dos cavalos às máquinas, não existiam modelos como os que conhecemos hoje, mas, sim, uma alavanca.

Essa alavanca era apelidada de “rabo de vaca” devido a sua aparência longa e torcida em direção ao condutor. Apesar de parecer lógico a utilização de volantes circulares, esse não foi um pensamento popular à época. Os primeiros carros precisavam ser intuitivos em sua condução e, por isso, as montadoras utilizaram esse tipo de condução, que muito lembrava a de uma charrete ou carruagem.

Naturalmente, o avanço mecânico nos veículos foi o responsável por aposentar o “rabo de vaca”, que era funcional apenas em velocidades baixas. Contudo, podemos afirmar que isso mudou, mesmo não havendo um registro histórico que aponte o primeiro veículo a adotar um volante convencional.

O que se sabe por fato é a data de adesão universal do componente como o que conhecemos hoje, no ano de 1898. De meados da década de 1950 adiante, existiram algumas iniciativas para tentar revolucionar a peça, mas todas amargaram no fracasso.

A maioria desses projetos eram soluções do grupo GM, que se inspirava na tecnologia militar estadunidense ao implementar “volantes” que lembravam lemes de lanchas, controles de tanques e manetes de aeronaves.

Invenções como o GM Unicontrol, que acelerava e freava conforme se empurrasse e puxasse a coluna, foram frustradas, principalmente por defeitos cômicos, como a desobediência do veículo ao “dar marcha ré”.

Quais os volantes mais famosos da história?

Agora, confira quais foram os modelos de voltantes que marcaram a cronologia nos mercados automotivos.

Ford Mustang, 1964

Esse volante protagonizava com perfeição o conceito dos muscle cars. Formato imponente, diâmetro gigantesco de aproximadamente 400 mm, três raios em alumínio geometricamente bem alinhados e uma borda amadeirada — uma obra de arte.

Cadillac DeVille, 1965

A Cadillac personificava a sofisticação do automobilismo estadunidense. O DeVille, de meados de 1960, integrava um belo e gigantesco volante com três raios e uma vasta opção de revestimentos, entre tecidos, couros, pedras e madeiras.

Aston Martin Lagonda, 1976

A estranheza é, com certeza, um elemento propício a fama. O volante do Lagonda dispensava os tradicionais raios, com apenas uma seção central conectada à margem da circunferência. Esse modelo impressionava e garantia uma previsão dos modernos cockpits, que seriam sucesso em 1980.

Honda NSX-R, 1992

A década de 1990 foi emblemática pela popularização assombrosa das montadoras japonesas, cada vez mais renomadas pela sua sofisticação, robustez e simplicidade. Essa era a mesma filosofia que inspirou os designers do volante do NSX-R — esportivo e minimalista.

Qual a próxima tendência para os volantes automotivos?

Atualmente, vivemos na era dos volantes multifuncionais, que acumulam botões e propósitos na intenção de facilitar a condução. Como em todo o universo da industrialização, o objetivo a ser perseguido é a satisfação na experiência do usuário.

Desse modo, os próximos volantes tendem a receber ainda mais tecnologia em suas construções. A Jaguar prevê a utilização de inteligência artificial nesses componentes, facilitando uma experiência semiautônoma com os veículos.

Por fim, se percebe como os volantes acompanharam o propósito das novas gerações, como a robustez de 1960, o futurismo em 1970 e o minimalismo de 1990. Ainda assim, apesar dos indícios de automação da nova era, eles não saem de época, seja por função, praticidade ou nostalgia eles permanecem.

Agora que você conhece os volantes mais famosos da história, já pode entrar em contato com a nossa equipe para adquirir modelos Lotse, que carregam a herança histórica do automobilismo em cada uma de suas linhas. Para tanto, acesse o nosso portal e fale conosco!

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Chevrolet Kadett GSI: conheça este clássico dos anos 1990!

Com o fim dos anos 80, muitos carros que marcaram história deram espaço a novos modelos, mais modernos, potentes e eficientes. Surgiria, então, o lendário Chevrolet Kadett GSI, que trazia inovações como a injeção eletrônica de combustível e o painel de instrumentos digital.

Ao longo deste texto, falaremos sobre a história de um dos carros mais famosos de todos os tempos, contaremos como surgiu a famigerada versão GSI e quais são as características que o fizeram ser um clássico e muito mais. Confira!

Um marco na história dos automóveis

A história do Kadett GSI, no Brasil, começou no final de 1991, mas, pelo mundo afora, ele já era bem conhecido. O modelo foi produzido em 1936, pela Opel, que, na época, deixava de ser uma fábrica de bicicletas e máquinas de costura para se tornar uma reconhecida fabricante de automóveis.

Dotado de um motor com apenas um cilindro, o modelo não empolgou e, somente em 1938, já sob o controle da General Motors, é que a versão com 1000 cilindradas foi lançada. A produção do Kadett ficou parada até 1962, quando finalmente surgiu o modelo A, com uma motorização maior — 1900cc.

Em 1965, o Kadett ganhou nova motorização, uma carroceria fastback e uma perua, o que marcou a transição para o modelo B. Em 1973, surgia à versão C, que, no Brasil, recebeu o nome de Chevette, outro clássico que fez muito sucesso em terras tupiniquins.

Em 1989, finalmente o modelo de sexta geração chega ao Brasil, equipado com um motor 2.0 carburado a álcool na versão GS, comando no cabeçote, potência de 110 cv e 17,3 mkgf de torque a 3000 RPM. No final de 1991, surge o lendário Chevrolet Kadett GSI, muito mais potente e sofisticado e com a novíssima injeção eletrônica.

Muito mais que um design bonito

O Chevrolet Kadett GSI tinha um ar mais europeu, com um design bem contemporâneo. Ele vinha equipado com teto solar, computador de bordo, painel digital, bancos Recaro em veludo e porta-fitas K7, além de para-choques e lanternas exclusivas. Nos anos 90, tudo isso era uma novidade e sinônimo de estilo e bom gosto.

Contudo, os destaques do novo modelo não eram em relação à aparência, e sim ao desempenho. O motor ganhou força e passou a entregar 121 cv a 5400 RPM. Com velocidade máxima de 190 km/h, ele fazia de 0 a 100 km/h em apenas 10 segundos, algo bastante respeitável para a época.

O Chevrolet Kadett GSI contava, ainda, com freios a disco nas quatro rodas, suspensão traseira a ar e regulável, dianteira independente McPherson, direção hidráulica e rodas de liga leve aro 14. Você pensa que parou por aí? Lembra-se do modelo conversível? Essa foi outra grande aposta da GM e que fez muito sucesso naquela época.

Um carro rodeado de curiosidades

O Kadett foi um carro produzido em escala mundial e, em cada país que ele se estabelecia, passava por modificações para atender aos anseios dos consumidores. Até mesmo o seu nome era modificado, sendo os mais conhecidos:

  • Isuzu — Japão;
  • Vauxhall Chevette — Inglaterra;
  • Holden Gemini — Austrália;
  • Pontiac T-1000 — EUA.

A versão inglesa, por exemplo, trazia mudanças na dianteira, com um visual sem grade e com a entrada de ar abaixo do para-choque. Já no modelo japonês, os retrovisores eram em cima do capô. No Brasil, também foi fabricada uma versão exclusiva, chamada de Ipanema.

Sinônimo de requinte e sofisticação, o Chevrolet Kadett GSI sobrevive até hoje nas ruas brasileiras, sendo muito apreciado por quem procura pelo estilo dos anos 90. Com o passar dos anos, esse carro icônico parece não ter perdido a sua essência, ou seja, ser um veículo confortável, bonito, potente e acessível.

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Afinal, como escolher Volantes Clássicos? Descubra agora!

Quando o assunto são carros antigos, unir conforto e estilo é essencial. É por isso que quem é apaixonado por esse tipo de veículo não pode se esquecer dos volantes clássicos, que chamam a atenção por sua aparência retrô e garantem uma verdadeira volta ao passado.

Mas na hora de deixar o carro mais estiloso com um volante de design antigo, é comum que os motoristas fiquem bastante indecisos devido ao alto número de modelos disponíveis no mercado.

Pensando nisso, elaboramos este post com tudo o que você precisa saber sobre o assunto — desde o que caracteriza os volantes clássicos, quais são os principais modelos disponíveis e o que considerar antes de adquirir o acessório. Leia até o fim e saiba como escolher a melhor opção para o seu carro!

O que caracteriza um volante clássico?

O primeiro passo antes de fazer a sua escolha é entender qual é o critério que define esse tipo de volante. Basicamente, um volante pode ser considerado clássico quando ele é uma réplica ou tem o mesmo design dos itens fabricados até a década de 80.

Além da idade, outra característica que define o volante é sua variação de revestimentos, podendo ser encontrados em couro, madeira ou baquelite, e o centro do acessório, feito de aço cromado na maioria dos itens.

Quais são os principais modelos de volantes clássicos?

Atualmente, as principais fabricantes de volantes clássicos são a Nardi, marca italiana, e a Moto-Lita, do Reino Unido, que fazem volantes com centro de chapa de aço e empunhadura de madeira ou com revestimento de pele animal.

Já no Brasil, a Lotse é referência na confecção de modelos clássicos e conta com diversas opções disponíveis para os clientes.

Você sabe quais são os principais tipos de volante para carros antigos? Abaixo você confere os principais:

  • Big Block: revestido em couro natural, esse modelo chama a atenção pelo tamanho – com 400 mm de diâmetro – e é indicado principalmente para carros da década de 70 ao estilo muscle car, como o Chevrolet Camaro e o Maverick GT;
  • Class: um pouco menor que o Big Block, o Class também é revestido em couro natural, mas tem pouca profundidade e visual neutro, sendo ideal para carros como BMW e Mercedes-Benz;
  • Boxer Wood: grande e cheio de estilo, esse volante tem uma estrutura feita em aço inox e empunhadura em madeira, garantindo grande estilo a automóveis Air Cooled;
  • Four: também recomendado para os muscle cars da década de 70, o Four tem quatro hastes centrais e é revestido em couro natural.

Quais são os pré-requisitos necessários para adquirir um volante clássico?

Antes de escolher um volante, o primeiro ponto a ser observado é qual é o modelo do veículo e se ele realmente é um automóvel antigo — afinal, volantes clássicos dificilmente vão combinar com carros modernos, não é mesmo?

Levando em consideração o tipo de automóvel e seu ano de fabricação, é possível verificar quais eram as características dos volantes produzidos na época, como tamanho e profundidade, informações essenciais para a instalação do acessório e para a posição do motorista ao conduzir o carro.

Caso haja alguma mudança no tamanho e na profundidade do volante, a posição do item será alterada, e a experiência de direção será diferente.

Observados esses itens, é hora de o motorista escolher entre um volante parecido com o original, ou seja, uma réplica, ou um acessório modificado, que não pareça em nada com o original, mas tenha características clássicas.

Além disso, é possível escolher o acabamento do volante, que pode ter metal queimado ou cromado, se as partes de aço serão de alumínio ou inox, ou se o material da empunhadura será em couro ou madeira, por exemplo.

O que considerar ao escolher um volante clássico?

Segundo o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), não existe nenhum problema em um motorista trocar o volante do carro por um modelo clássico. No entanto, como falamos logo acima, é preciso ficar atento ao diâmetro e à profundidade do equipamento, já que um tamanho inadequado pode atrapalhar a dirigibilidade.

O recomendado é que a direção fique a uma distância de aproximadamente um punho das pernas, sem nunca encostar no motorista. Além disso, o volante deve estar posicionado de forma que os cotovelos fiquem levemente dobrados em um ângulo de 120° durante a direção.

Já na hora da instalação, lembre-se de que você vai precisar de um cubo adaptador para os volantes clássicos. Isso porque, ao contrário dos itens originais, os clássicos não são específicos para cada veículo e precisam desse adaptador para garantir a compatibilidade.

E mais: não é só porque você gostou de um modelo de volante que ele vai servir no veículo. Afinal, pode acontecer de a peça não ser compatível com o carro e, com isso, ser impossível instalá-la. Dessa forma, observe sempre com atenção se o tamanho do volante é adequado ao seu veículo!

Vale a pena optar por uma réplica em vez de um volante original?

Além de escolher entre os diversos tipos de modelos clássicos disponíveis no mercado, os motoristas de carros antigos também precisam optar entre o volante original e a réplica.

O volante original pode ser uma boa pedida se você quer deixar o automóvel exatamente com a aparência de quando ele foi fabricado, mas geralmente a peça tem um custo mais alto e pode não ser encontrada com facilidade.

Já a réplica, além de ser semelhante aos volantes originais da época, traz consigo diversas vantagens de um produto novo, como uma grande variação de modelos, preço acessível, mais chances de ser encontrado no mercado e toda a assistência do pós-venda.

Como você viu até aqui, existem diversos tipos de volantes clássicos disponíveis no mercado, desde os volantes originais, os customizados e as réplicas, cabendo a cada motorista escolher a melhor opção para o seu veículo. Mas depois de conferir o nosso post, o momento de escolha será muito mais fácil, não é mesmo?

Agora que já sabe como escolher entre os principais volantes clássicos, aproveite para conhecer a Lotse e ficar por dentro de todos os nossos modelos. Basta acessar a nossa página!

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Placa Mercosul: esclarecemos as principais dúvidas

Historicamente, o setor automotivo costuma ser tomado de surpresa por algumas transições. Como exemplo, a polêmica do momento tem sido a placa Mercosul, que é o novo padrão estético e cadastral para o emplacamento de veículos no Brasil. Entretanto, a novidade burocrática tem encontrado certa resistência por parte dos proprietários, que ainda não entenderam sua finalidade.

Apesar disso, não se pode culpar os cidadãos pela dificuldade de se adequar ao novo modelo. Como você verá neste post, o governo não realizou uma comunicação contundente sobre a novidade à população, que ainda desconhece a sua finalidade, as datas, as obrigações e os custos para a transição. Ansioso para descobrir todos esses detalhes? Então, acompanhe este conteúdo!

Qual é a finalidade da placa Mercosul?

Apesar de enfrentar toda a resistência natural a uma burocracia, o novo padrão é uma boa ideia. A placa Mercosul é um projeto que se espelha no programa de emplacamentos da União Europeia, em que todos os países desse bloco participam de um mesmo sistema, unificando o banco de dados e facilitando a identificação e a fiscalização de veículos no território europeu.

Por isso é conhecida como placa Mercosul: trata-se de um sistema que englobará toda a malha veicular de países como Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela. No entanto, boa parte da polêmica gira em torno das decisões controversas do governo. Afinal, embora o padrão tenha sido anunciado em 2014, sua implementação foi adiada três vezes.

Logicamente, toda essa indecisão confundiu a população, que não sabe mais se a placa será adotada ou não. Mas, aqui, ressaltamos: o novo padrão entrou em fase de implementação em 1º de dezembro de 2018. Além disso, as estimativas apontam a padronização integral da frota brasileira até o ano de 2023.

Quem precisará utilizar esse padrão?

Como indicamos acima, todos os veículos dos cinco países que constituem o bloco do Mercosul. Vale observar a implementação antecipada do Uruguai e da Argentina, que adotaram o padrão em 2015 e 2016, respectivamente. Por fim, perceba que, desde dezembro de 2018, todos os novos emplacamentos e licenciamentos já ocasionam a transição para o novo modelo.

Como elas serão?

Confira agora um breve apanhado da aparência dessas placas. Primeiro, quanto à combinação alfanumérica, que será formulada da seguinte maneira no Brasil:

  • automóveis: três letras + uma letra e um número + dois números;

  • motocicletas: três letras + dois números + uma letra e um número.

O novo modelo apresentará distinção estética por meio da coloração do contorno da placa e do código alfanumérico. Entenda como:

  • amarelo para veículos consulares ou diplomáticos;

  • azul para órgãos oficiais;

  • cinza para antigos e colecionáveis;

  • preto para particulares;

  • verde para especiais como os protótipos de montadoras;

  • vermelho para aprendizagem ou comerciais.

Quem fabricará e quanto elas custarão?

A produção ficará sob supervisão e autorização do DENATRAN, o Departamento Nacional de Trânsito, trazendo uniformidade às placas vistas em todo o Brasil. Vale dizer que o custo de fabricação ainda é uma dúvida que paira sobre a população. No entanto, elas saem por preços variados para o proprietário de acordo com o estado do emplacamento.

Como exemplo, citamos São Paulo, que cobra aproximadamente R$ 129 pelo par, enquanto o Rio de Janeiro cobra aproximadamente R$ 220. Sendo assim, essa dúvida só pode ser sanada ao consultar o portal do DETRAN da sua localidade.

Querendo ou não, a placa Mercosul tornou-se uma realidade para a população brasileira que, inevitavelmente, deverá se habituar à novidade ao longo dos próximos anos. Considerando o reaquecimento do mercado automotivo e a maneira como isso afetará novos emplacamentos, essas placas serão cada vez mais recorrentes.

Gostou deste post que esclarece as dúvidas sobre a placa Mercosul? Então, não perca a oportunidade de receber mais atualizações sobre o universo automotivo. Siga as nossas páginas nas redes sociais. Você nos encontrará no Facebook, Instagram e LinkedIn.

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Conheça a história por trás do carro willys interlagos

Caso você acompanhe o blog, já percebeu nosso apreço em abordar clássicos memoráveis aos entusiastas brasileiros. Tratam-se de modelos que contribuíram para a paixão pelo automobilismo nacional, sendo as referências do nosso mercado para aquilo que se via nas pistas.

Por isso, dedicamos este artigo para falar sobre o Willys Interlagos, um abre alas automotivo! Neste post, você verá tudo o que esse pequeno veículo representou para o mercado, a engenharia e o automobilismo nacional. Interessado em conhecer as principais curiosidades desse Willys? Então, continue a leitura!

Willys Interlagos, o primeiro

Inicialmente, um fato: o Interlagos foi um veículo precursor e vanguardista para o Brasil, apesar de seu desenho e projeto não serem originalmente nacionais. Dizemos isso porque você provavelmente se lembra de que a Willys fabricava o Interlagos por uma licença acordada com a francesa Renault — criadora do Alpine, o irmão europeu e “primogênito”.

Essa estratégia era bastante utilizada pela Willys, vide os utilitários construídos com licença de modelos da norte-americana Jeep.

História

Em 1961, o belo Interlagos fora introduzido em nosso mercado. Inclusive, vale lembrar que esse nome foi sugerido pelo jornalista e publicitário automotivo Mauro Salles, que decidiu batizar o pequeno bólido em homenagem ao principal autódromo nacional.

Durante cinco anos de fabricação, foram contabilizadas 822 unidades produzidas, configurando um dos veículos mais raros e importantes para a indústria automotiva brasileira.

Pioneirismo

O Interlagos foi o precursor em muitos aspectos da engenharia nacional. Em um contexto fabril, trata-se do primeiro carro esportivo e conversível produzido em nosso país, sendo um marco importante para alavancar a paixão do brasileiro pelo automobilismo.

Já tecnicamente, foi o primeiro automóvel a empregar plástico reforçado com fibra de vidro em sua construção.

Características e diferenciais

As soluções diferenciadas em sua engenharia contribuíram para um veículo leve, fundamental para os inúmeros prêmios que conquistou durante os circuitos. O que mais vale lembrar é da diversidade no lineup do Willys, muito mais arrojado que o Renault.

Em um primeiro momento, perceba que o Interlagos contava com três carrocerias: a clássica berlineta e as exclusivas ao Brasil, conversível e coupe.

Focando na motorização, também existiam três variantes:

  • 845 cm³ desempenhando 40 cv de potência, para todas as carrocerias;
  • 904 cm³ com 56 cv, para todas as carrocerias;
  • 998 cm³, vulgo 1.0, com 70 cv de potência e exclusivo à carroceria Berlineta.

Relatores argumentam que era impossível pilotar um Interlagos sem estampar um sorriso no rosto, já que o motor traseiro empurrava o bólido com vigor em direção às curvas.

Competições

Por fim, também vale lembrar a histórica passagem competitiva do Interlagos, que definitivamente fez jus ao seu nome. O pequeno foi pilotado por Emerson Fittipaldi, José Pace e demais estandartes do automobilismo nacional.

Limitado aos circuitos sul-americanos, protagonizou competições como 500 milhas em Porto Alegre e o Grand Prix da Guanabara, em Montevidéu.

Como vimos, o Willys Interlagos foi um modelo memorável para os amantes de veículos automotivos e, certamente, merece seu lugar de destaque na história do automobilismo nacional.

Gostou desse post? Então, aproveite o seu interesse pelo automobilismo clássico e leia nosso artigo sobre a história do Opala e saiba mais sobre o que o tornava especial em sua época!

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Descubra os principais eventos de carros antigos

Como não é segredo para nenhum leitor deste portal, os veículos clássicos são apaixonantes! Ressaltamos isso porque nem sempre os proprietários se contêm em cuidar de suas belas máquinas, mas também se preocupam em expor e alegrar outros entusiastas em eventos de carros antigos. Pensando nisso, elaboramos uma lista com os eventos mais fascinantes em nosso país.

Todos eles têm algo em comum: encantar os colecionadores, simpatizantes e apaixonados por máquinas clássicas, sendo, portanto, uma alegoria física ao que seria voltar no tempo! Agora, prepare os planos de viagem e o seu bólido nostálgico ao “embarcar” nesta leitura!

Os principais eventos de carros antigos no Brasil

Apesar de todos serem uma fórmula garantida para sua satisfação de nostalgia, cada um deles tem uma peculiaridade, seja pela localidade ou temática. Sendo assim, descrevemos brevemente suas características, transmitindo o que eles representam e propõem. Veja!

Encontro Brasileiro de Autos Antigos de Água de Lindóia

O maior e mais tradicional encontro de veículos clássicos no Brasil, com mais de 18 anos de história. O EBAA conta com um amplo espaço de exposição, com mais de 80 mil m² disponíveis aos mais belos carros antigos.

O EBAA é uma recomendação certeira aos entusiastas, pois compila quatro dias de exibição de mais de 1000 veículos, recebendo aproximadamente 500 mil visitantes de toda a América Latina. O evento acontece em Águas de Lindóia, São Paulo, e você pode conferir mais detalhes aqui.

Festival Relíquias

Agora, uma opção para os residentes de Mato Grosso do Sul, que recebe em Campo Grande o Festival Relíquias. O evento é consideravelmente menor, quando comparado ao realizado em Águas de Lindoia. Afinal de contas, são pouco mais de 100 veículos expostos. No entanto, o festival se diferencia pela pegada temática.

A ambientação musical é caracterizada pelo Rock n’ Roll, que casa bem com os concursos para homens e mulheres, que portam os bigodes mais estilosos e encenam as melhores poses pin-up, respectivamente. Além disso, também ocorre um desfile e premiação aos veículos mais antigos, raros e por aí adiante.

Brazil Classics Show

Outro evento que é uma parada certeira para os nostálgicos. Essa exposição ocorre em Araxá, Minas Gerais, também sendo considerada um dos eventos mais tradicionais e pomposos do país. Os estandes são tomados por clássicos realmente raros, que remontam a história do automobilismo europeu. O Brazil Classics Show também conta com um portal próprio, em que você poderá conhecer mais detalhes!

AutoShow Collection

O AutoShow Collection é um estandarte da paixão colecionável no país. O evento acontece em São Paulo, capital, no também histórico Sambódromo do Anhembi. O diferencial dessa exposição é sua periodicidade, acontecendo todas as terças-feiras do ano, desde que esteja dentro da temporada.

A exposição reúne modelos que foram as paixões do consumidor nacional e internacional, indo de Fuscas a Maseratis. Saiba mais sobre o AutoShow em seu site oficial!

Por fim, vale lembrar a importância dos grupos de Facebook para encontrar eventos na sua redondeza. Utilizando essa ferramenta, você conseguirá se conectar com mais entusiastas e parceiros, além de conhecer as principais exposições que acontecem na sua localidade.

Está entusiasmado para participar de um desses eventos de carros antigos? Então aproveite para nos acompanhar em nossas páginas nas redes sociais. Siga a Lotse no FacebookInstagram e LinkedIn!